| Crytek A Contas Com A Pirataria |
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| Escrito por Hélio Duarte | |
| 28-Aug-2008 | |
Apesar dos piratas de software agumentarem que só fazem o download dos videojogos para os testarem, e não têm qualquer interesse em compra-los legitimamente, a produtora alemã Crytek, os criadores do FPS Crysis, afirma que tem dados a provar o contrário.Segundo a Crytek, os números de downloads das patches para Crysis, ultrapassa largamente o número de cópias vendidas, e que o tempo que houve entre o lançamento do jogo e da patch, leva a crer que se trata de algo mais do que um simples teste ao jogo. Foi também por causa da pirataria, que o presidente da Crytek, Cevat Yerli, disse que Crysis Warhead é o último jogo exclusivo para PC que a produtora irá desenvolver. Já em Abril, Yerli disse que um jogo como Crysis, teria uma venda 4 ou 5 vezes superior do que no PC. Isto não significa que a Crytek vai abandonar o PC, mas que vai apostar mais nas consolas. "Não se tira nada ao jogador do PC se o jogo sair também noutra platadorma," disse Herald Seeley, da Crytek.
Embora a Crytek diga que os seus Crysis são exclusivos para PC, o reconstruido motor de jogo CryENGINE adapta-se perfeitamente às consolas, algo que ficou provado na demonstração na Xbox 360 e na PlayStation 3, na Games Convention deste ano.
![]() "Crysis"
Independentemente dos planos da empresa para desenvolver jogos para todas as plataformas, Crysis, o jogo que custou 15 milhões de euros à produtora e que é muito pirateado, ainda gerou um lucro. "Se ele não fosse rentável, eu não poderia estar aqui", disse Yerli na Games Convention, em Leipzig.
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Apesar dos piratas de software agumentarem que só fazem o download dos videojogos para os testarem, e não têm qualquer interesse em compra-los legitimamente, a produtora alemã Crytek, os criadores do FPS Crysis, afirma que tem dados a provar o contrário.

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